Narrado por Rosie.
Cheguei no quarto não sei como, porque cansada do jdeito que eu tô não sei como consegui subir aqueles degraus todos, a escada era enorme, tomei um banho mega demorado vesti um pijama, e antes de deitar agradeci tanto por Rosa não ter me visto chegar, ainda mais essa hora, deitei puxando uns travesseiros fofos pra mim, meus pensamentos foram de encontro a essa noite maluca que eu passei, queria esquecer tudo que aconteceu, consequentemente o insuportável daquele garoto, esse seria o primeiro a deletar da minha cabeça e pensar que ele me ameaçou, caso contasse o que ele tinha feito, pensei um pouco, e o quanto antes esquecesse tudo isso, seria melhor.
(...)
-Rosie? Querida? - ouvi batidas na porta, agradeceria muito que a pessoa cansasse me deixasse dormir porque eu tô acabada.
-Querida, acorda! - afundei o travesseiro na cabeça mas logo reconheci a voz, então levantei abri logo aquela porta.
-Bom dia meu amor.
-Eita Rosa, mas uma você derrubava a porta hein. - ri sem ânimo voltando pra cama, ela fechou a porta e veio me acompanhando.
-Só queria avisar que você tá muito atrasada pra faculdade.
-Ai nossa esqueci completamente...- disse pondo a mão no rosto.
-O que aconteceu? Você não é de se atrasar querida? - ela tinha que me lembrar de ontem, mas ela não sabia de nada então resolvi inventar uma desculpa.
-Ah...fiquei vendo TV, e vai filme ve filme quando fui ver. Opa! Já era tarde demais. -falei com a voz mais convicente que tinha dentro de mim, ela apenas riu falando que ia me deixar sozinha, porque tinha várias coisas pra fazer.
Já que não ia mais dormir, resolvi fazer minha higiene, levantei com dificuldade da cama, não vou pra faculdade, então o que ia fazer nessa manbã linda de quinta-feira? Pensei no parque que tem aqui em Londrina coisa mais linda, pronto decidido. Vesti um short, regatinha básica um pouco maior que o short, sapatilha, terminei de me arrumar, peguei minha bolsa e desci animada. Encontrei Rosa, e a empregada colocando a mesa do café, peguei uma maça e mordi.
-Rosa vou sair, beijo.
-Ei, ei mocinha onde vai? Nem tomou café. - pôs a mão na cintura me olhando.
-Vou passear no parque.
-Toma café pelo menos, vai sair assim em jejum?
-Mas eu nem quero Rosa, como qualquer coisa no caminho. E olha. - mordi a maçã. - Qualquer coisa a maçã me salva. - ri.
-Você é doida, mas senta aí, anda senão você não sai daqui hoje. - ouvi sua voz autoritária, achei engraçado mas resolvi sentar, quando ela pôe uma coisa na cabeça tenha paciência, terminei rápido dei um beijo nela e sai.
Fui andando por aquelas ruas pouco movimentada, até que tava sendo legal mas sozinha é meio chato, resolvi ignorar meu pensamento e continuei, como o parque era pertinho logo cheguei. E confesso que tava um calor enorme, comprei um sorvete de chocolate meu preferido, sentei num banco de frente ao lago, enquanto observava aquela paisagem maravilhosa, avistei Felipe vindo até mim, ele era meu amigo dos tempos de escola, tinha um tempão que não o via, mas el tinha mudado tava mais arrumadinho, porque antes era aquele nerd que se escondia atrás de um óculos, o que fazia as garotas manterem distância. Chegou até mim tapando o sol no meu rosto e abrindo um sorriso largo.
-Rosie, você por aqui. - me puxou para um abraço.
-Oi! Quanto tempo poxa.
-Pois é, você somiu menina.
-Que nada, ainda moro na mesma casa seu bobo. - dei um soco leve em seu ombro, sentando no banco, ele fez o mesmo.
-Besta, e aí tudo bem? Fiquei sabendo o que aconteceu com seus pais, sinto muito Rosie.
Abaixei a cabeça fitando o chão sem querer, pensar nisso ainda me abalava um pouco.
-Obrigada Fê, mas já tô bem melhor, eu acho...
-Ah, olha conta comigo pra tudo tá? - ele pegou na minha mão fazendo o olhar.
-Muito obrigada, você é um grande amigo..- sorri com aquilo, porque Felipe era um grande amigo mesmo conheço ele desde os dez ano de idade, criamos uma amizade muito forte, tenho orgulho disso.
-Sabe que eu não queria ser só um amigo seu...
-Oi? Não entendi. - fiquei confusa, chamo ele de um grande amigo, e ele m vem com isso.
-Ah deixa pra lá, tenho que ir agora..- ele levatou fugindo do assunto, mas resolvi nem questionar.
-Mas já?
-Pois é gatinha, tô indo mesmo se cuida hein. - nos abraçamos e lhe dei um beliscão.
-E você, senhor Felipe não me chame de gatinha, porque eu detesto isso. - disse rindo e ele me soltou.
-Sua chatinha, falei pra te provocar mesmo. - por fim recebi um beijo na testa entã ele saiu, observei rindo voltando a sentar ezqueci até do meu sorvete, ai caramba. Meu celular tocou olhei no visor era Renata.
-Ei perdida!
-Oi pra você também. - ri do "perdida".
-Tudo bem?
-Tudo e com você?
-Ai eu to ferrada em um trabalho de Biologia, e bem que você poderia me ajudar né.
-Sobre o que é?
-Sabe que nem sei...tem como vir aqui no meu apê?
-Ter tem né, passo aí daqui a pouco, manda seu endereço por mensagem
-Que amiga linda eu tenho, mando sim, não demora tá? Beijo.
-Ok, beijo sua doida.
Desliguei e não demorou muito a mensagem dela chegou, era muito longe então liguei pri James vir me buscar, logo ele chegou e fomos pro apartamento de Renata.
Narrado por Luan.
Estava no MC' Donalds fazendo um lanche já que sai bem cedo se casa, marquei com os caras de ir resolver umas coisas aí, e os mané tava demorando pra caralho, irritado eu já tava e qualquer um quem me olhasse com cara de mosca morta, ou falasse um "ai" por eu ta comendo o X-burguer tomando uma garrafinha de vodka, eu voava em cima sério...meus pensamentos foram interrompidos peo barulho do celular tocando.
-Seus merda, vocês tão aonde? - perguntei com raiva.
-Cara corre pra aqui no apê do Dude, porque vamo resolver umas paradas aqui .
-Ricardo...-tentei manter a calma já que ela tinha ido embora á muito tempo. - Filho da mãe, eu tô aqui esperando vocês á um.tempão, e agora tu me vem com essa? - nem era tanto tempo assim, marcamos ás 08:30, eu cheguei ás oito, mas mesmo assim fiquei puto.
-Mano foi mal, o Dude que inventou isso.
-Tá tá, deixa já colo aí. - desliguei na cara dele, paguei o lanche sai de lá bufando, tropeçando em algumas pessoas.
Não demorei muito já que voei com minha ferrari pekas ruas, subi e ele me atendeu com aquela cara de tosco.
-Mano, me faz mais uma dessas e tu é um bicha morto. - entrei me jogando no enorme sofá que tinha lá, Ricardo mechia no computador concentrado, Dude fechou a pirta sentando numa poltrona de frente pra mim.
-Foi mal cara, mas é que minha mãe bateu aqui, véia louca falou um monte.
Dei uma gargalhada alta.
-A bicha broxou com as broncas da véia foi? - ele me jogou uma almofada, desviei rápido.
-Vai te catar! Ela não arredava o pé, dai depois inventou de passar a tarde aqui, resolvi ficar pra arrumar o apê.
-Véi tu é mó cagão, eu hein. - fui na geladeira procurar algo pra beber. - Tem nada pra beber nessa porra não?
-Se eu tô falando que ia ficar arrumando o apê, lógico que tirei os bagulhos das bebidas daí né? - revirei os olhos e voltei pro sofá.
-Aí tá fazendo o que? - disse alto pro Cadu.
-Armando uns esquemas louco aí pra gente.
-Ih o que é? - lvantei e fui até ele, enquanto Dude mechia no celular dele.
-Tá vendo essa boate aqui? - ele apontou pra um anuncio de boate no site.
-O que tem?
-Mano é do Gustavo essa porra, e tá rendendo pra caralho! - ele disse numa animação, entendi de primira o plano.
-Vamo partir pra cima. - disse simples, e já imaginando pegando o dinheiro todo daquela boate, mostrando mais uma vez pro Gustavo quem era o melhor.
-Partir o quê? Pizza?
Dei um tapa no Dude que chegava curioso, ele logo sacou a parada depois reclamou do tapa, cara lerdo.
-Nós cola lá sábado, que o movimento ta melhor, e se der passamos no domingo. - olhei esperando alguma outra ideia, mas eles só concordaram.
-Então é isso aí. - me joguei no sofá novamente pegando meu celular.
Narrado por Rosie.
-Renata do céu isso aqui tá difícil demais, e eu não consigo me concentrar com esse calor todo. - disse irritada me debruçando em cima do notebook, ela fava sentada do meu lado na mesa.
-Pior que o ar-condicionado daqui quebrou ontem.- ela fez uma careta.
-Não sei como você ta aguentando, vou tomar um banho, onde fica o banheiro?
-Segue o corredor, á direita. - levantei indo até lá.
-ENQUANTO ISSO, VOU FAZER LANCHE PRA GENTE!
Ouvi ela gritar, e nem entendi direito já que procurava uma toalha.
-RENATA ONDE TEM TOALHA?
-No meu quarto sua anta. - ela apareceu rindo, pegando a tolha e me entregando. Entrei, me despi e fui pro box, a água tava geladinha suspirei achando aquilo a melhor coisa do mundo, e do nada ouvi um estrondo alto vindo da cozinha.
-AAAAAAH!